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Conheça a trajetória das línguas africanas no Brasil, dos tempos coloniais até hoje

Durante o desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro, neste carnaval de 2025, a atitude de uma das juradas contra o que ela considerou ter sido um excesso de uso de termos em iorubá no samba da escola Unidos de Padre Miguel fez a escola perder pontos e ser rebaixada do Grupo Especial, a elite do carnaval carioca, para o grupo de acesso. A decisão extemporânea e sem respaldo nem nas regras nem na tradição do desfile gerou imensa e justificada polêmica no mundo do samba. E, também, entre historiadores, linguistas e estudiosos da cultura africana e suas relações com o Brasil.

Eu, particularmente, ouço palavras que desconheço em línguas africanas desde muito antes de dedicar às pesquisas sobre o tema, como historiadora. E agradeço ao samba por ter me ensinado a ver a história — sempre presente — dos africanos no Brasil.

“Pizindin, menino bom”: eu era criança quando conheci esse lindo samba-enredo da Portela, de 1974, pelo rádio, ouvido por minha mãe... This article is republished from The Conversation under a Creative Commons license. Read the original article.